Sim, eu confio.Podes não ser a água que bebo, a musa que me alimenta, o chão que me sustentam ou, muito menos, a sombra que me atormenta… a verdade é que és muito mais do que isso.
O passado pode não mais voltar, mas estará sempre presente entre nós. Nós tudo somos, presente, passado e futuro.
Não pensemos na certeza nada insegura do juntos para sempre, pois ele existe e eu acredito, e também sei que no fundo confias e acreditas.
Seguimos todos os caminhos juntos, sem perguntas, ou com muitas delas, mas sobretudo a procura das respostas, aquelas da qual a maioria parece fugir.
Já não vale a pena sofrer pelas memórias ou sequer sentir o peso do que já passou, para quê nos afogarmos nessas lembranças se podemos nadar em busca de uma nova história?
Agarra a minha mão e confia, porque agora eu quero sentir.
Não interessam os anos, as histórias e os sonhos.
Pensemos na felicidade pura, na saudade e o que dela restou.
Pertencemos.
Sentimos.
Lutámos.
Sofremos.
Amámos verdadeiramente.
E eu acreditei.
Maktub, estava escrito, porque nós escrevemos.
Estas inconstantes linhas das nossas vidas, são nossas e de mais ninguém. Podemos todos fazer parte do mesmo livro, mas não sabemos se seremos as personagens principais até ao fim.
Agora, confia em mim.
Calcemos os sapatos vermelhos e vamos viajar pela estrada de tijolos amarelos, conhecer pessoas, criar momentos e fazer história, ouvi dizer que lá o final é feliz.
Podemos cair, mas estaremos lá sempre para ajudar o outro a levantar.
O futuro nos aguarda e o horizonte já nos acolhe.
Sou o poeta das reticências, aquele que acredita que o coração bate por algum motivo, e parte dele também bate por ti.
Confia em mim, pois estarei sempre aqui a espera que a nossa história sem fim continue.
(este comentario foi escrito ainda sem ler absolutamente nada do texto, só para dizer que para mim poeta é unisexo... como os crocs e a nanny people)
ResponderEliminar(é uma vergonha aproveitares-te das minhas metáforas, tens muito a mania que és a ximbica dos momentos Oprah)
ResponderEliminar(Já agora: este texto não pode ter sido escrito por ti porque não têm reticencias e o teu teclado só põe pontos em conjuntos de três)
ResponderEliminarE sim, todos os comentarios anteriores foram a tentativa de lidar com o olhar em frente, que mesmo optimista, ainda doi.
ResponderEliminarEntao é isto que andas a fazer na casa de alheios enquanto devias estar a trabalhar arduamente para absulutamente nada de importante...ahhhh espera...
ResponderEliminarOnde é que a tua mão pos a toalhas???
Naaaaaaooooooooooo seiiiiiiiiiiiiiiii.....Nao seiiiiiii..O ricardo...
Piadas á parte (ou à fatia ahahahahahah =/)
ResponderEliminarMuito bem redigido, com um bom português, por vezes preso mas de um modo propositado, que acentua o facto de nao saber qualificar o que acabaste de escrever...
Mas se soubesse seria de facto Bom...mas devido ao meu carater de "pessoa na brinca"
(com ênfase de mano niga) está uma bela bola babada bebada bricada e coisas começadas por B.